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A consultoria é um misto de conhecimento, muita informação, informação constantemente atualizada, empatia, percepção, sintonia interna e empatia, visão sistêmica, facilidade de encontrar caminhos e soluções, propensão e arte para a ação, novamente empatia, muito bom senso e muita facilidade de interação pessoal. Enfim, é simples, mas não é fácil!



Alguns segredos que o RH não irá lhe contar

Continuando com aquela proposta inicial de postar assuntos diversos porém dando ênfase à vida corporativa, esta postagem é uma pequena contribuição com dicas de como se portar ao procurar emprego, ser entrevistado e como manter o seu cargo. As dicas são um apanhado que estou recolhendo aqui e ali em revistas, escritores e sites que se preocuparam em nos alertar. As charges são, além de divertidas, realistas, e são de todo canto.
Tenham uma ótima leitura, não irão se arrepender. Opinem.

Alguns segredos que o RH não irá lhe contar
+ Perguntas inesperadas favoritas (em edição)
+ Histórias horrorosas, típicas de escritório (em edição)

Ah, os profissionais de recursos humanos inescrutáveis – conhecidos como especialistas em RH, coordenadores de RH, ou apenas as “pessoas lá de cima”. Eles sabem quem tem sido malcriado ou gentil. E os funcionários brasileiros – desesperados para se manterem em seus empregos – sabem que devem ter cuidado. Profissionais de RH (15 ao todo) nos contam o que realmente acontece por trás das portas do Brasil corporativo. Se você usar essas dicas para se manter no emprego ou conseguir um, verá que todos esses profissionais acabam se mostrando humanos – e talentosos.

Contratação e Currículo

“O mercado quer um profissional que já esteja no ritmo. Cada mês que passa quando se está desempregado é como se você valesse menos.” Jaqueline Silveira Mascarenhas, coordenadora do depto de Carreiras do IBMEC – BR

“Manter uma rede de relacionamentos realmente tem importância. Ela aumenta a sua chance de conseguir um emprego. Pode-se receber 100, 200, 500 currículos para uma vaga, e ela pode ser fechada antes que todos sejam lidos. Se você conhece alguém e seu currículo chega mais rápido ao recrutamento, é de uma ajuda considerável.” Jaqueline Malafaia, coordenadora da área de seleção da Personal Service – RJ

“tchutchucadofunk@xxx.com era o e-mail de uma candidata. Quando a gente recebe algo assim, nem entra em contato. o endereço de e-mail tem de ser sóbrio. Isso vale também para a mensagem na secretária eletrônica.” Ana Silvia Sanseverino, coordenadora de seleção do Grupo Foco, Campinas.

“Em geral, a carta de apresentação não é lida. As informações importantes estão no currículo.” Daniela Ribeiro

“Minha sugestão a pessoas com mais de 50 anos é tirar do radar as empresas maiores. As opções: procurar emprego em pequenas empresas (nela a experiência ainda é mais valorizada do que diplomas); trabalhar como consultor (para as empresas, um empregado de 50 anos é velho, um consultor de 55 anos não é, devido ao conhecimento que irá adquirir com esse profissional); não ficar parado esperando (enquanto o emprego não aparece, uma alternativa é trabalhar em ONGs); tentar um concurso público.” Max Gehringer, em Emprego de A a Z

“Se uma pessoa com mais de 50 anos dever deixar de mencionar a idade? No currículo, sim. Ainda existe preconceito.” Roberto Caldeira, consultor e autor de Os segredos do entrevistador

“Não faça do seu currículo um testamento. Tente mantê-lo com uma página e uma folha de referencias. Se não tiver espaço para toda a informação, não reduza o tamanho da letra. Isso só fará com que o empregador perca o interesse em ler.” Site net-empregos.com

“São muitos currículos. A gente tem de, em 30, 50 segundos, saber do que se trata. Currículo tem de ser curto, no máximo ter três paginas. Não precisa, e não deve, ter cor ou foto. Papéis coloridos e uso de negrito em tempos de cuidados com o meio ambiente não são bem vindos. Bordas também não. Fica confuso.” Jaqueline Silveira Mascarenhas

“Hoje o computador lê os currículos e classifica todos os dados a partir de palavras chaves. Quanto mais o candidato disponibilizar informações corretas a respeito de si e elas coincidirem  coma a descrição do emprego, mais chances terá de ser chamado.” Jorge Matos, presidente da ETALENT

A ENTREVISTA


“Se você é um candidato e o entrevistador gosta de falar muito, entre na conversa, mostre estar em sintonia com ele. Você vai mostrar que é um ótimo ouvinte.” Daniela Ribeiro, gerente da Divisão de Engenharia da Robert Half, multinacional de recrutamento, SP

“Algumas empresas evitam contratar mulheres com filhos pequenos, mas não dizem isso abertamente. Podem perguntar em quanto tempo ela espera aumentar a família, como está esse momento de sua vida, pedir que faça uma frase envolvendo família e emprego... Se sentirem que ela não tem uma estrutura de apoio, em geral não ocorre a contratação.” Rachel Vieira, consultora de planejamento de carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, MG

“Quem tem uns quilinhos a mais e está empregado vai começar a ser convidado a participar de campanha de fitness ou receber sugestões de dietas de emagrecimento. Os que estiverem sem emprego vão perceber que ficará cada vez mais difícil conseguir uma vaga. Pode parecer discriminação, e é mesmo.” Max Gehringer, em Emprego de A a Z

“Uma vez entrevistei um candidato a motorista de uma cervejaria, onde o trabalho começava as 5h30. Pedi que citasse um defeito seu e ele respondeu: ‘Não gosto de acordar cedo’. Como íamos contratá-lo para a função?” Jaqueline Silveira Mascarenhas

“Jamais – eu disse jamais – deprecie as empresas ou as pessoa com quem já trabalhou. Manter uma postura ética é vital para o sucesso. Se o motivo da saída foi delicado ou espinhoso, diga apenas que saiu por possuir ideias distintas. Caso ainda esteja trabalhando, diga que quer crescer profissionalmente.” Thiago Dantas no site blog.manager.com.br

“Celular tocar numa entrevista é fatal. Não basta colocar no modo silencioso. Tem de estar desligado!” Edson Rodrigues, em Conseguindo resultados através de pessoas


“Quando o entrevistador chegar, levante-se, olhe diretamente nos olhos dele e o cumprimente com firme aperto de mão. Entrevistadores odeiam apertos de mão ‘moles’ e fracos. Muitos candidatos são excluídos nesse momento.” Roberto Caldeira

“A partir do momento em que cruza a porta, você está sendo avaliado. As expressões que usa ao falar e a maneira de se portar na sala de espera também contam. Nós vamos saber como você se portou.” Jacqueline Malafaia

“É péssimo chegar a uma entrevista e mostrar desconhecimento sobre a empresa. Demonstra descaso. Eu já desconsiderei vários candidatos por conta disso.” Jorge Matos

“Você pode dizer que foi problema com o trânsito ou que não conseguiu achar o endereço, mas chegar atrasado nunca pega bem. Se estiver atrasado, ligue para avisar ou remarque. Ou então reze para os outros estarem mais atrasados ainda, porque isso realmente conta!” Edson Rodrigues

“Se foi demitido, só conte se for perguntado. Diga apenas que foi uma reformulação. Eu não vou ligar para o RH. E quando me ligam, dificilmente digo que o empregado faltava. É muito difícil checarem referências.” Jacqueline Silveira Mascarenhas

“Saiba como pronunciar um nome e não troque o nome do entrevistador. Nosso nome é o que soa melhor aos nossos ouvidos.” Daniela Ribeiro

“Dê respostas curtas. Um minuto cada uma, no máximo. Se o entrevistador quiser saber mais, vai perguntar. Muita gente se perde quando o entrevistador diz: ‘Fale um pouco sobre si mesmo.’ E o candidato começa pelo dia em que a mãe engravidou.” Max Gehringer, em Emprego de A a Z

“Persistência demais atrapalha. Não pode ligar no dia seguinte à entrevista. Se continuar insistindo, pode acabar eliminado do processo de seleção.” Ana Silvia Sanseverino

“Se você não se dava bem com seu chefe, não dê o telefone dele como referência. Em vez disso, dê o telefone de um colega de trabalho. Não faça inimigos ao sair, deixe as portas sempre abertas.” Edson Rodrigues

“Na seleção para uma vaga de trainée, um pai ligou cobrando explicações por que a filha não tinha sido selecionada para uma empresa de engenharia. Ela ficou malvista por não ter maturidade para guiar sua carreira.” Ana Silvia Sanseverino

“Algumas empresas checam a situação financeira do candidato. Se estiver com problemas financeiros, dificilmente conseguirá uma vaga que mexa com dinheiro.” Jacqueline Silveira Mascarenhas

“É preciso conhecer a cultura da empresa. Se ela for formal, vista-se dessa maneira e trate o entrevistador com formalidade. Mas se for informal, tente demonstrar descontração. É sempre bom se preparar, ver o site da empresa, ver se conhece alguém que trabalha lá e descobrir o jeitão de quem vai entrevistar você.” Silvio Celestino, sócio da Alliance Coaching


Dicas de Milton Ramos (famoso eu...rs...): 
A redação de um excelente currículo, uma negociação salarial de sucesso ou, ainda, a discussão de uma proposta de trabalho, tem que estar baseada na ênfase aos pontos fortes do profissional. Esses pontos devem ser valorizados no início do currículo, no começo da negociação salarial, na abertura da discussão de uma nova proposta.
Como é fundamental ser verdadeiro, nem sempre é possível deixar de incluir informações que revelam pontos fracos. Nesses casos, algumas alternativas são possíveis:

Se puder, não mencione os seus pontos fracos;
Se não puder deixar de mencionar, deixe-os por último;
Se for possível, mascare os pontos fracos.

Enfatize seus pontos fortes quando for solicitado a comentar detalhes da sua carreira.
Numa conversa profissional que envolve contratação ou promoção, quase sempre surgem perguntas que pretendem fazer com que você especifique detalhes de sua vida profissional. O exemplo fatal dessas conversas é a temerosa pergunta:

Fale-me de você. 

Ninguém faz uma pergunta dessas para saber se você aprecia jogar tênis ou tocar violão nas horas vagas. O que se quer é saber quem é você dentro de uma empresa. 

Para responder coerentemente, você precisa analisar a sua vida profissional em três requisitos:
- habilidade de desenvolver relacionamentos duradouros;
- habilidade de influenciar outras pessoas (no bom sentido, claro);
- habilidade de negociação.
Sabendo falar sobre essas habilidades, terá condições de responder com muito sucesso a essa pergunta que, de certa forma, é uma das principais que podem fazer o entrevistador bater o martelo.


SALÁRIO E AUMENTOS


“Se você aceitar um salário menor, vai ter dificuldades em retomar a negociação em pouco tempo e ela vai ser em cima do salário atual. Se ganhava R$ 5 mil e aceitou R$ 3 mil, ao voltar para o mercado vão negociar em cima do ultimo salário e não em cima do que ganhava antes.” Rachel Vieira

“Há sites e tabelas salariais publicadas nos jornais que geram certo desconforto. Essas planilhas representam uma média. Às vezes o empregado está numa empresa de médio porte e o valor visto é de uma firma de grande porte. A pessoa só vê os salários, mas não vê os benefícios, se ela é do mesmo segmento. O equívoco ocorre no momento em que as pessoas leem a planilha com desatenção.” Ana Silvia Sanseverino

“Faça uma pesquisa detalhada sobre o salário que um profissional com a sua qualificação está ganhando e compare com o seu rendimento. Se você está ganhando menos que um profissional equivalente em outra empresa, essa é uma boa hora para negociar o seu salário. Os diretores provavelmente sabem que você está ganhando menos que o seu cargo pode pagar e até esperam que você faça uma negociação de salário, não tenha medo de se valorizar!” site guiadacarreira.com.br

 “Se o candidato diz que vai ligar para a mulher e ver se pode aceitar o salário, está fora da disputa.” Norberto Chaddad



DISPENSADO, DEMITIDO



“Se dizem que vão dar a você uma tarefa especial e começam a retirar funções, é um sinal de alerta. Significa que você não está atendendo às expectativas.” Daniela Ribeiro

“Certa vez fiquei sabendo que um amigo seria dispensado. Então inventei uma história. No meio de uma conversa, contei ao meu colega que um parente havia sido dispensado. Expliquei que ele havia obtido várias concessões no momento da dispensa. Por exemplo, uma extensão do plano médico por um ano. Uma gratificação pelos anos de casa. Essas sugestões ficaram na cabeça do meu colega, e ele as usou quando foi dispensado.” Max Gehringer

“Saber que vão ser demitidas pessoas que são amigas, pelas quais tenho apreço, é a pior sensação possível. Eu trabalhava numa empresa de computação que na década de 90 teve que demitir 490 pessoas. Como executivo, é preciso preservar a empresa para que lá na frente ela possa recontratar.” Silvio Celestino

“Se você começar a ser excluído de decisões, trabalhos e reuniões, é porque está sendo fritado. E o terrível é que, quando o processo de fritura começa, já não há muito a fazer. Você está prestes a ser demitido.” Edson Rodrigues

“Quando uma empresa não está disposta a ouvir o feedback, você só estará comprando briga. Se está disposto, vá em frente. Mas antes decida se quer brigar ou não.” Jorge Matos





NÓS DESCONFIAMOS DE VOCÊ, VOCÊ DESCONFIA DE NÓS

“Há pessoas que usam o e-mail para buscar outro emprego ou passar informações. E-mail é ferramenta da empresa, e ela vai acompanhar como ele é usado. Legalmente ela pode adotar esse procedimento.” Jacqueline Silveira Mascarenhas

“Faltas por doença seguem uma média. Aqueles que exageram e reincidem nas faltas acabam levantando suspeitas. Neste caso, a empresa pode solicitar exames em um médico de confiança ou ligar para o médico para verificar se o atestado é verdadeiro.” Roberto Caldeira

“Se você disser que está doente e que precisa se afastar para fazer um tratamento, não coloque no Facebook sua foto numa festa vestida de fada. Isso já aconteceu. A empresa viu e mandou a funcionária embora para curar a ‘doença da fadinha’.” Edson Rodrigues

.... essa postagem continuará em outra oportunidade (há mais assuntos interessantes da mesma categoria) Opinem...

Escrever e coçar...



Pra começar basta rabiscar, seja com lápis, caneta, teclado, varinha na areia, giz, grafite no muro...
A vontade tem que estar presente. Inspiração? O que é a inspiração para escrever? A isso costumo dar o nome de "cara de pau". Tem que ter um pouco de cara de pau para escrever sobre qualquer coisa, no sentido de perder a vergonha, não hesitar e nem pensar no que irão achar do conjunto da obra escrita. Mas escrever tem sempre um propósito que pode ser expressar suas ideias, criar polêmica, fazer pensar... Então quando digo para não se preocupar e ter cara de pau para escrever não pretendo descartar qualquer responsabilidade com isso. 
Fazendo uma analogia, você é aquilo que escreve, mas não deve se deixar atingir pelo que pensam do que escreve. Deve sim fazer muita gente pensar, isso é o que realmente importa.
Mas será fácil escrever? Não, fácil não é... 





Precisa ter uma bagagem gramatical ao menos, pode ter um estilo literário, mas não é obrigatório. Deve ler muito, ler de tudo, sem preconceito, sem se ater a gostos literários, ler até bula de remédio... rs...
Claro que criatividade ajuda bastante, ou a ideia e o conteúdo já formados também... Saber sobre o que está se falando, conhecer a fundo o que se propõe como tema é primordial.

Escrever é um ato de pura liberdade, onde os ventos sopram em todas as direções. Ser consciente do magnetismo e força que a palavra escrita tem é uma percepção totalmente libertadora do ser humano. Coisa que nenhum outro ser vivo possui.
Porque estou dizendo isso? 
Simples, estou voltando a escrever no blog, postando algumas coisas que não são minhas e no meio dessas colocando algo meu: um simples comentário, uma costura de ideias ou mesmo uma composição dos assuntos de forma que um se acople no outro (não sendo ambos de minha autoria), enfim, refletindo o que acho, penso, sobre tudo e sobre todos. O Blog terá textos meus também, mas na maioria das vezes será em referência a assuntos voltados ao mundo corporativo, alguns raros textos versarão sobre realidades distintas.
Portanto, boa leitura a todos. Aproveitem que é de graça... rs... 
Pode opinar também, esse é o direito que mais aprecio - dar sua opinião mesmo contrária a minha - e defenderei isso a todo custo, como se fossem minhas as suas ideias expostas.



REPITA COMIGO: NÃO VOU RECLAMAR DO MEU TRABALHO, NUNCA MAIS...

Só para descontrair um pouco.
Essa postagem é pra vc que vive reclamando do seu serviço...rs... 
Pare, pense, compare e agradeça a seu chefe as suas condições de trabalho...he...he...

Você acha que se arrisca demais à toa?

Não está conseguindo trabalhar em equipe?

O seu serviço é um obstáculo para a empresa?


Seu trabalho te faz pagar mico?


Não sabe bem onde está se metendo?



Seu serviço é algo sujo,mas que alguém tem que fazer?


Tá achando que seu serviço é pesado?


Constantemente acha que tá num buraco?


É só vc quem põe a mão na massa?


Queria ser um artista?


Não gosta de captar opiniões sobre o produto que trabalha?


Tem algo que não tá cheirando bem no seu serviço?


Não está encontrando prazer em suas tarefas?


Seu ambiente de trabalho é desorganizado?



Então amigo... pare de reclamar, pois se acha que buscar mais fundo as oportunidades,


irá te trazer mais conforto, como o testador de caixões abaixo?



Está redondamente enganado... Nada te trará mais estabilidade, aliás, estabilidade em empregos não existe mais...






Relações trabalhistas, gestão de carreiras, empreendedorismo na visão de um Consultor

Essa postagem traz um conteúdo mais voltado para a real dimensão das novas relações de trabalho. 
Waldez Ludwig é um palestrante formado em Psicologia, Análise de Sistemas e Artes Teatrais. 
Com esse perfil bem diversificado, o cara manda bem na comunicação conseguindo motivar e ao mesmo tempo instruir sobre as melhores práticas empreendedoras, trabalhistas e em relações profissionais.
Abstraindo um pouco do teatro que ele acaba realizando nessas palestras (faz parte do show), pode-se assimilar conceitos que parecem a primeira vista bastante radicais, mas em uma segunda olhada é bem consciente.  
A grande sacada de suas dicas é a enfase na pessoa, o profissional como figura central e transformadora de uma empresa. Então conceitos como inovação, talento, estratégia, excelência na gestão de pessoas e empreendedorismo são materiais bastante fartos nas suas palestras. 
Tomei contato com esse Consultor através de um vídeo que uma amiga e companheira de trabalho me enviou por e-mail, então pesquisei os diversos trabalhos que ele realiza e temos abaixo uma amostra em vídeo de uma mesa redonda realizada no programa Sem Censura da TVE.
Se pesquisarem encontrarão mais palestras no youtube. Poderão dar uma olhada também no site http://www.ludwig.com.br.



"Pai, começa o começo!"



Essa é mais uma postagem com texto não inteiramente meu, mas o momento é todo especial e pede uma mensagem assim...
Hoje eu sou pai e sei bem o que é isso, mas além de ser pai eu sou filho. Muitas vezes um filho fazendo o papel contrário, sendo pai, ou ao menos tentando ser um pai pro meu próprio pai. O tempo passou e os papéis se inverteram, como acontece em muitas famílias onde os filhos cuidam de seus progenitores, pra mim está acontecendo o papel duplo filho-pai, pai-filho...
Mas as relações paternas não se restringem apenas aos laços sanguíneos, temos muitos pais ao longo da vida, e somos pra muitos também. Tento ser para alguns, sem no entanto me impor, tenho alguns também, portanto me aconselho e dou alguns conselhos... 
É no local de trabalho onde mais encontramos essas relações. 
Esse texto é em homenagem a alguém por quem não cheguei a ter necessariamente essa relação, não tanto quanto a maioria no meu serviço. Não porque eu não quisesse, mas por alguma falta de oportunidade... talvez por eu ser mais velho, ou por ter ganhado dele no tenis...rs... não rolou...



"Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!". O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...
        Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
        Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
        "Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.
        Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!".

Autor desconhecido
 Go Ahead...

Você é hands on?

Essa é mais uma postagem do amigo Max Gehringer, escritor, palestrante e meu conterrâneo, pois é também de Jundiaí. Acredito que esse texto já é um pouco conhecido, porém vale a pena ler de novo, reflete bem a realidade das contratações nesse nosso Brasil. o Max tem essa capacidade de em simples linhas descrever o cotidiano corporativo de forma bem clara e divertida, porém com aquela pitada de acidez caricata que torna o texto uma reflexão a parte. Atualmente ele ministra palestras sobre motivação e liderança. Bastante requisitado em palestras para grandes empresas e sindicatos. Está até num quadro do Fantástico que trata das negociações e acordos que podem ser feitos sem que haja a necessidade de um Júri. Quero um dia ter a articulação desse rapaz. Tá, já sei - por que eu não escrevo os meus próprios textos aqui nesse blog - vocês devem estar se perguntando. Quero tornar esse blog um canto no cyber espaço em que possamos aprender e dar dicas de como sobreviver nessa selva das profissões em grandes cidades. Bom, por enquanto vou acumulando histórias interessantes que vou apanhando por aí, mas dentro em breve, sobrando um tempinho, com certeza voltarei a escrever e a colocar minhas impressões e observações do mundo, sobre empregos, consultoria, dia a dia e muitas outras coisas.
Por enquanto vamos refletir um pouco. Boa leitura a todos.




Será que é a quantidade de títulos acadêmicos que importa?




Vi um anúncio de emprego. A vaga era de gestor de atendimento interno, nome que agora se dá à seção de serviços gerais.
E a empresa contratante exigia que os eventuais interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem hands on.
Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía mesmo essa variada gama de habilidades, o salário era um assombro: 800 reais. Ou seja, um pitico.
Não que esse fosse algum exemplo absolutamente fora da realidade. Pelo contrário, ele é quase o paradigma dos anúncios de emprego atuais. A abundância de candidatos está permitindo que as empresas levantem, cada vez mais, a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido. E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da superqualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...                                                                                                                          
Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.
E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, gerente da contabilidade.
- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
- In a hurry!
- Saúde.
- Não, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
- Não, não. Cópias normais mesmo.
- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
- Fabiana, desse jeito não vai dar!
- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
- Como assim?
- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
- Olha, neste momento, eu só preciso das três có...
- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
- Futuro? Que futuro?
- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
- Sei. Mas o senhor é hands on?
- Hã?
 - Hands on. Mão na massa.
- Claro que sou!
- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando em duas facções:
1- Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não tem as qualificações requeridas.
2- E o outro grupo, pequeno mais crescente, é o dos que são admitidos mais porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mais não poderão usar nem metade delas. Por que no fundo a função não precisava delas. Alguém ponderará- com justa razão- que a empresa estará de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha.
Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado que chegasse de repente confundiria a nossa salinha do café com o auditório da Fundação Alfred Nobel. Mas pessoas superqualificadas não resolvem simples problemas
Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada a Van da empresa pifou.
Com isso antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no milagre do especialista, o Cleto motorista da Van.
E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha noções de informática e possuía energia e criatividade. Sem mencionar que estava fazendo Pós Graduação, só que nem sabia abrir o capô.
Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta,
Para horror de todos, ele falava (nóis vai) e coisas do gênero.
Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a Van para funcionar.
Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as empresas modernas torcem o nariz: O que é capaz de resolver, mas não de impressionar.